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Breves respostas para grandes questões (Stephen Hawking)


Aquele que foi a última grande obra de Stephen Hawking - "Breves respostas para grandes questões" é uma referência nos estudos de física e cosmologia.


Publicado em novembro de 2018, ano da sua "partida", já que o brilhante cientista faleceu em março deste ano. A obra tem o objetivo de sintetizar os grandes temas que constituíram a atenção do investigador e partilhá-los com o grande público.


Tal como nos habitou a questionar algumas crenças, levanta a questão da existência de Deus. Faz também uma retrospeção questionando-se sobre a origem do universo, e fala acerca dos seus receios para com o futuro do planeta, devido ao aquecimento global.


A obra conta com o prefácio de Eddie Redmayne, ator que desempenhou o papel do cientista no filme a homenageá-lo, e um posfácio escrito por Lucy Hawking, filha de Stephen Hawking


É evidente a preocupação do autor em chamar a atenção da humanidade para o último alerta, do grave rumo que o planeta está a seguir.


A forma como via a ciência era de uma clareza ímpar. A frase em que Hawking se dirige ao reitor fica para a história da forma como a ciência deve ser vista:

O problema é que a maioria das pessoas acredita que ciência de verdade é difícil e complicada demais. Não concordo com isso. Pesquisar sobre as leis fundamentais que regulam o universo exigiria uma disponibilidade de tempo que a maioria não tem; o mundo acabaria parando se todos tentassem estudar física teórica. Mas a maioria pode compreender e apreciar as ideias básicas, se forem apresentadas de maneira clara e sem equações, algo que acredito ser possível e que sempre gostei de fazer.

O corpo e a mente de Stephen Hawking seguiram caminhos opostos. Com uma doença degenerativa conhecida como doença de Lou Gehrig, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurológica e degenerativa que atinge os neurónios motores, promovendo a atrofia dos músculos. Apesar dos efeitos degenerativos, a doença não afeta a capacidade cognitiva dos portadores. ELA é uma doença sem cura, e o tratamento visa a melhorar a qualidade de vida daqueles que a possuem.


Quando descobriu ser portador dessa doença, aos 21 anos, os médicos de Stephen Hawking deram-lhe uma expectativa de vida de dois anos. No entanto, a sua doença progrediu lentamente. Hawking viveu até a idade de 76 anos.

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